Abre o Dicionário #72

sin·cró·ni·co
(síncrono + -ico)

adjectivo

1. Que se realiza ao mesmo tempo que outro.

2. Relativo aos factos sucedidos ao mesmo tempo.

“sin·cró·ni·co”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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Música Para Os Meus Ouvidos #77

“I don’t want to buy

What they’re selling these days

Saying feeling

And falling is all a mistake no, no

And why does everybody look at young hearts

Feeling love

Like it’s just a matter of time

Before they break, no, no”

“Eu não quero comprar

O que estão vendendo estes dias

Dizendo que sentir

E cair é tudo erro não, não

E porquê estão todos olhando para corações novos

Sentindo amor

Como se fosse uma questão de tempo

Antes de partirem não, não”

“I wanna, I wanna be loved

I wanna, I wanna be loved

I wanna, I wanna be loved

And I don’t wanna run

I don’t wanna hide”

“Eu quero, eu quero ser amada

Eu quero, eu quero ser amada

Eu quero, eu quero ser amada

E não quero fugir

Não quero esconder”

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Abre o Dicionário #69

in·sí·di·a
(latim insidia, -ae, emboscada)

substantivo feminino

1. Espera às escondidas que se faz a alguém para o atacar. = ARMADILHA, CILADA, EMBOSCADA

2. Atitude ou acto traiçoeiro. = ARDIL, CILADA, ENGODO

3. Falta de lealdade. = DESLEALDADE, MÁ-FÉ, TRAIÇÃOLEALDADE

“in·sí·di·a”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Abre o Dicionário #66

ne·fe·li·ba·ta
(grego neféle, -es, nuvem + -bata)

adjectivo de dois géneros e substantivo de dois géneros

1. Que ou pessoa que anda ou vive nas nuvens.

2. Que ou quem é muito distraído.

3. [Depreciativo]  Diz-se de ou escritor, geralmente excêntrico, que faz prosa ou versos que se afastam dos processos literários mais comuns.

“ne·fe·li·ba·ta”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

Música Para Os Meus Ouvidos #71

“It’s taking over me
I don’t know what to believe
Forgetting everything
That makes me, makes me real
I find an enemy
In every word that you say
I won’t let you replace
What makes me, makes me real”

“Está tomando conta de mim

Eu não sei em que acreditar

Esquecendo tudo

Que faz-me, faz-me real

Eu encontro um inimigo 

Em todas as palavras que dizes

Eu não deixarei que substituas

O que faz-me, faz-me real”

Todos temos algo que faz-nos sentir inteiros, sentir reais e bem connosco próprios. Seja um sonho, uma pessoa ou um objetivo, todos temos algo assim. Uns já o encontraram, uns ainda andam à procura. E a diferença está em ouvir o nosso coração, ou as mentes dos outros. 

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