Diário de Escrita #55

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Tive uma ótima curta sessão de escrita. Quarenta minutos, apenas, mas intensos quarenta minutos. Escrevi o rascunho em papel e caneta, como sempre faço – um capítulo de cada vez – e depois passei metade do capítulo para o computador. Sinto-me completa. Sinto-me inteira. Sinto-me repleta de alegria, alegria que só a escrita e arte literária pode oferecer-me.

Atingi as 20 mil palavras. Quero dizer, a sério? A sério que as atingi? Como óbvio, tive o bloqueio antes deste objetivo, o que fez-me sentir que nunca mais ia ter uma ótima sessão de escrita (olhem que enganou-se). E agora ultrapassei as vinte mil palavras, por mil. Estou nas vinte e uma mil palavras!

Sinto que consigo terminar esta história. Não é nenhuma obra prima, mas acho que consigo termina-la.

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Diário de Escrita #54

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Apercebi-me de duas coisas hoje.

Número um, como a J. K. Rowling, ver documentários sobre ela, ler seus discursos, inspiram-me para a escrita.

Número dois, como eu escrevo bastante rápido no computador. O meu teclado, nem sei como ele sobrevive a tanto ataque bárbaro dos meus dedos. Literalmente, apreciei a corrida frenética a escrever o capítulo de hoje, e perdi-me no meio de tantos movimentos rápidos.

Posto isto de parte, voltemos à escrita. Hoje, como podem ver, prestei atenção ao documentário Lifetime da escritora do Harry Potter e isso fez-me pegar no meu pequeno caderno de escrita, e ligar o processador de texto, e jogar-me de cabeça. Tanto que esqueci chamarem-me para o jantar, e comi-lo quase frio. Mas tinha que fazê-lo. Tinha que terminar o que começara.

Vou nas 18 mil palavras e estou entusiasmada. Esta escrita vai lenta, mas lento é melhor que nada, certo?

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Diário de Escrita #53

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“O escritor é por natureza um sonhador – um sonhador consciente”

Voltei a escrever, como ultimamente tem sido, ás prestações. Um dia escrevo muito, depois passo dias sem uma palavra em tinta ou pixeis. Mas tento o meu melhor por manter-me, neste momento não tenho tempo limite, o que ajuda bastante, e assim posso trabalhar a meu ritmo. Ainda não completei o capítulo nove, por isso ainda não o editei no computador, somente está impresso em tinta de caneta no papel. São momentos pouco importantes, mas que significam muito para o decorrer da história. Na vida real, nada é com muita acção a 100% do tempo, existem momento calmos e depois então decorre a acção toda de uma vez só, e a calmia atinge o local. Por isso, é nisso que baseio-me.

Esperem mais atualizações do meu estado de escrita!

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Diário de Escrita #52

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Depois de quase um mês em pausa de escrita, hoje tive uma curta sessão mas intensa… porque tive ideias a perguntas que andei a impor a mim própria como responder, de forma rápida e simples. Já vou nas 15 mil palavras, agora vai a parte difícil, ultrapassar as 20 mil palavras e prosseguir! Mas acho que consigo, acredito em mim e sei que consigo. Porque é isto que quero, quero acabar esta história, é um objectivo corrente e irei alcança-lo. Agora só parei porque escrever à mão é o mais complicado, doí-me o pulso e tive de pausar. Tenho um caule no dedo onde segura a caneta, e já sei que quando mais escrevo, mais ele aparece e distorce a minha visão dos meus dedos. Dedos que sempre disseram ser de pianista, se bem que para piano, não valho nada. Pequena pausa e voltar ao “trabalho” que não é trabalho, mais um passatempo com amor.

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Diário de Escrita #51

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“Eu desejava mais do que outra coisa no mundo ser uma escritora”

Hoje cheguei finalmente ás 7 mil palavras. Estou orgulhosa? Sim. Estou muito perto das 8 mil, o que é perto das 10 mil, o que é metade do caminho até perder-me e atingir o bloqueio das 20 mil palavras, onde o fogo que levou-me a escrever extingue-se e fico-me com cinzas. Até que das cinzas nasce umas fénix, e leva-me até ao fim, durante curtos espaços de tempo de criatividade brusca.

Isto se tudo correr como a primeira história. Não admira que demorou-me três anos a ter o primeiro rascunho completo!

Gosto de pensar nisso como três anos a formar algo com qualidade, não brusco e sem qualidade.

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“Isto é bom”

Por isso agora vou esperar pelo próximo incentivo de criatividade, porque acho que mereço umas quantas horas a dormir. Não sei antes, escrevinhar umas ideias no meu caderninho.

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Diário de Escrita #50

E cinquenta entradas no meu Diário de Escrita já lá vão, e já desde ABRIL que não preenchia nenhuma. Tenho posto pausa na escrita? Não. Tenho desistido de continuar este meu sonho? Se achavam que sim, acho que enganaram-se no ser humano.

Na verdade, como disse-vos tempos atrás, comecei uma nova história. Mais uma, perguntam-se, não estavas continuando uma segunda, antes de enviar a primeira para o concurso? Sim, mas a escrita dessa não batia certo com o que eu queria. E a magia que uma história escrita dá-me, esfumou-se em nuvens espessas e desapareceu rapidamente, como uma tempestade séria que é substituída por um súbito dia solarengo de ideias!

A ideia principal foi, uma fan-fiction que eu escrevi anos atrás, e adorei tanto que recordo-me de fazer-lhe uma sequela. Só que com um ligeiro twist, que pediu-me muita atenção: ballet. Tive de estudar as bases do ballet. Claro, que esqueci-me de parte, mas as minhas anotações perseguem a meu lado, para o caso de precisar de inserir algumas denominações oficiais.

Outra coisa, que vocês não sabem e até ao fim não saberão, é que a história passasse  na minha região. Uma jovem que mora onde eu cresci e ainda vivo, e que muda-se para outra cidade, de modo a prosseguir o seu sonho de dançarina/bailarina. O resto da história, é segredo!

Por último, e porque esta entrada já se estende por caminhos longos, acho que é importante assina-lar que é a primeira vez desde 2013 que escrevo uma história primeiro à mão. Ganhei a confiança à caneta e troquei-a pelos pixeis, primeiramente. Depois então introduzo o segundo rascunho no computador. O que torna-se estranho, porque o que no início era uma coisa no papel, tornou-se em algo completamente diferente no computador. Tenho uma técnica precisa e acho que tudo o que é arte, quer seja literária ou não, tem de ser primeiro rabiscada em papel – caneta ou lápis, escolham a vossa arma criativa – e destruída para algo belo!

Vou já nas 5 mil palavras no computador e ainda no início, que vai, estranhamente, a passo rápido. É que existe tanta informação que tenho de escrever, que já sei… estas primeiras páginas, serão as mais escrutinadas na revisão.

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Diário de Escrita #49

Quatro meses desde um update na minha escrita. Talvez deveria devesse a não ter escrito algo de importante desde então, mas pelo completo contrário. Tenho andado a focar-me num projecto desde o fim desse mês, e finalmente posso dizer que o terminei. Alterei a minha primeira história/livro a sério, alterei todos os dados que tinha, fiz alterações importantes, reescrive capítulos, apaguei capítulos, organizei cenas, e apaguei cenas para toda a eternidade literária, lixo fictício da minha mente.

Somente falta a formatação do documento, e mais tarde dir-vos-ei porque tenho que formata-lo. E por formatar refiro-me à parte mais aborrecida. Justificar texto, verificar erros e palavras mal escritas, espaços duplicados, vírgulas que faltam, e eliminar parágrafos duplos. Falta-me igualmente um novo título, porque este em nada insere-se com a segunda ideia que eu tive para esta história. Não só refere-se aos segredos da personagem principal, mas aos segredos de todas as personagens involvidas. É como uma história que revolve em redor de uma personagem principal, mas se lerem bem, tem a ver com todas as envolvidas. Há dias, enquanto tentava dormir, rabisquei numa folha de papel ao pé da minha cama – um monte de pequenos papeis, numa caixa, para momentos de inspiração breves e assim não ter de sair do calor dos lençóis e cobertores, noites ainda não frias – rabisquei, com estava dizendo, um nome, um título. Vou mantê-lo. Por enquanto, pois ideias são como borboletas – passam de repente na nossa frente, mas marcam o nosso dia.

O meu projecto, por assim dizer – nem sei se o deveria chamar assim – está quase no final. Mais formatação de 100 páginas, pequena revisão. Terminei com 378 páginas, não podia estar mais orgulhosa de mim. Anos e anos de trabalho, revolvem em volta de míseras 378 páginas com enorme significado para mim. Pus lágrimas e suor nesse trabalho, e enquanto o leio ao formatar, não paro de sorrir de pensar nos belos momentos que passei escrevendo-o, rabiscando-o.

Bem, pararei de divagar por aqui. Tenham uma óptima Sexta-Feira e aproveitem o fim-de-semana!

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Diário de Escrita #48

Não tenho escrito updates, mas tenho escrito um tanto pouco desde o mês passado. Infelizmente, foram só quatro capítulos, mas já é qualquer coisa. Mais próxima das 50 mil palavras, já fiz a primeira reviravolta que entristeceu-me e fez-me sentir dor ao escrever, mas é importante para o resumo do enredo. Começo a pensar no que fazer quando a terminar… só sei que deixarei algum tempo, planear a minha próxima história (tenho uma ideia em mente que não me sai da cabeça, literalmente) e passadas umas semanas rever, reescrever certas partes e então, passados um mês ou dois, pensar no que fazer com ela. Self-publishing? Mandar a editoras? Opções, opções.

Além de que a história ficou intensa, muito intensa. Tomou caminhos que não esperava, mas as personagens pedem-no, exigem-no. Talvez tente falar de alguns assuntos mais tarde, como o facto de eu mencionar Bullying. Como podem ver na primeira Crónica que escrevi, sou totalmente contra Bullying, por isso a minha opinião neste assunto será de dar atenção a este assunto e muitos outros assuntos que podem… ou não.. estar relacionados.

Tenham um bom fim-de-semana, e espero que tenham tido uma boa passagem de ano! Bom 2016!

  • Elizabete Reis

 

Diário de Escrita #47

Terminei o primeiro e segundo capítulo da segunda parte. Sinto-me bem, para dizer a verdade, só que cansada. Tenho que começar a trabalhar mais, todavia, a escrever mais. Mas nem imaginam como foi escrever “Cheira-me a Espírito de Natal”, não foi difícil, mas quando dei por mim tinha apenas 7 dias para escrever os quatro capítulos/partes se queria publica-la como queria, e ainda tinha design e paginação por fazer, e queria deixar tudo preparidinho. E mesmo assim, no dia de publicar, quando revejo – ou no dia anterior, depende – altero sempre algumas coisas. Revisão, percebem, é importante. Estou fechando os meus olhos sem aperceber-me, melhor acabar por aqui. Hoje fiz uma folha de brainstorming para o restante da história e consegui arranjar óptimas ideias para fazê-la a história longa que eu queria. Veremos se é suficiente, ou se tenho, pelo contrário, de cortar ideias.

Espero que estejam  bem, e entrem no fim-de-semana com o pé certo!

  • Elizabete Reis

Diário de Escrita #46

Terminei o último capítulo do que assumi ser a primeira parte da história. Estou orgulhosa de mim porque… porque foi capaz de inserir uma cena que deliciava-me só de imagina-la. Não digo pormenores, mas é a minha preferida até agora. Esperemos que haja muitas mais assim.

Pois bem, vou nas maravilhosas 40 mil palavras, o que significa que ainda é pequeno para os meus standards, mas como devo dividir em duas ou talvez três partes, tudo ficará bem.

Sexta-feira sai a próxima parte de “Cheira-me a Espírito de Natal”, e podem ler a primeira aqui.

Acho que é tudo por agora, vejo-vos no próximo post. Como foi o vosso feriado?

  • Elizabete Reis