De sonhar, nunca parei (Poema)

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Sonhos são a luz do meu dia

O alimento que me oferece energia

É um sol num mar de escuridão

Uma doçura num mundo de acidez. 

“Mas sem sonhos, como vive”

perguntei ao homem que habita

Naquela casa abandonada, triste

(Triste, a casa, o homem alegre lá reside).

“Vivo como cada um vive

Um passo há frente do outro

Um dia nasce a seguir ao anterior

Sem brilho, só com normal esplendor”

E isso pôs-me a pensar, como para mim

Os sonhos são fonte do meu viver

Mas foi aí que o ouvi dizer, por mais

Alegre que parecesse, triste o escutei

“Mas isso não implica que eu de sonhar, parei”

Elizabete Reis (16-01-2016)

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