Diário de Escrita #38

“Ela correu ao ver que todos olhavam para ela, deixando-me a murmurar a única palavra que nunca chamaria a ninguém, a não ser a mim.”

É assim que acaba o que acabei de escrever. É um ponto de vista bastante difícil de escrever, mas consegui. E acho que ficou razoável, estou orgulhosa. A acção vai começar a acontecer. E graças a alguém com quem conversei à dias, vou tentar inserir romance. Se há um tema que requer muita dificuldade da minha parte, é romance. Não consigo. Ou fica muito frio, ou muito lamechas e eu gosto de um intermédio, por vezes mais para um lado que o outro, dependendo do que a situação em si requer.

Tirando isso, escrevi 1537 palavras. Não pude escrever mais cedo por motivos tecnológicos e por estar ocupada. O tempo estes dias está de chuva, o que inspira-me bastante. Até escrevia mais, mas estou cansada. E não sei que escrever a seguir. Talvez tenha uma ideia à noite.

Já agora, a história tem nome: CARTAS PARA AMANDA. Que acham? Talvez o mude, mas por enquanto continua assim. Ainda tenho tempo, mas achei que isso inseria-se melhor.

  • Elizabete Reis
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