Hoje trago-vos… Blogazine!

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E trago o meu texto, que escrevi para esta edição, sobre o verão. Mas antes, sabem o que é a Blogazine? Uma revista por bloggers, para bloggers. Perceberam? Simples, não é? Pois bem, é uma revista interessante e adorei que tivessem aceite o meu texto. É que esta revista dedica algumas páginas a textos feitos por leitores, que podem enviar para eles e ter a oportunidade de ver os seus textos publicados. Para mais informações, podem ir à página do Facebook ou podem simplesmente ler já a o nº1 e o nº2, sendo que o meu texto está na segunda. Deixo-vos com o meu texto e vou de mansinho para a minha vida habitual:

Sonho com o verão. Sonho com verões passados e verões futuros. Um verão com calor durante a manhã que tenciono passar na praia, brisa fresca nas horas de maior incidência do sol e festivais onde possa divertir-me com amigos que me acompanhem nesta aventura. Com dias passados com pessoas fantásticas, saídas à noite, e dias em que fico a ler debaixo do sol que me aquece a pele e transforma-a em bronze. Sonho com alegria, diversão, aventura e dias que existem somente nos nossos sonhos. Sonho com isto tudo e com mais – palavras não descrevem o quanto planeio o próximo verão. Mas sonhos são apenas desejos que a alma escreveu em letras garrafais na nossa mente. Posso sonhar com um verão perfeito, mas perfeição não existe – terei que contentar-me com coisas pequenas mas marcantes, dias cansativos mas divertidos, momentos memoráveis mas simples. Pois ainda sou aquela menina de dez anos que desenhou areia e mar com lápis de cor em folhas A4, e as colou contra a porta do armário familiar na sala de estar apenas habitada por ela. Sou ainda aquela adolescente que mergulha no espelho que a água fresca forma, partindo-o em ondas que arrefecem a minha pele e oferecem aquela sensação de choque, logo seguida por um alívio, frescura e relaxamento. Sou ainda aquela rapariga que come gelados, sente o cérebro congelar por breves segundos, e acorda com o sol pela janela, fechando os olhos à forte luminosidade ao saber que as responsabilidades podem esperar mais um dia. Sou ainda a que come fruta fresca na praia, refrescando-se com uma melancia ou melão a qualquer altura do dia, sabendo que a água que nasce do interior da fruta irá limpa-la de todos os problemas, problemas que durante os nove meses que antecedem o inicio do verão surgiram e torturaram-na – deixando que tudo isso sejam águas passadas que o moinho não trás. Sou ainda a jovem que usa calções, saias e tops que evitam o aquecimento exagerado da pele; a que utiliza limões, espremendo-os continuamente para criar um sumo ácido – ao qual adiciona-se umas quantas colheres de açúcar, há que adoçar esta vida amarga durante nove meses do ano – que servirá para matar a desidratação que o calor causa. Sou isto tudo e muito mais, palavras não descrevem o que dança na minha cabeça. Mas é isto que o verão é, na realidade: a junção da verdade com sonhos. Pois o verão é uma página em branco e quem tem a caneta és tu, não o mundo. Quem escreve o seu verão é quem o vive. Por isso escreve-o bem; e quem sabe… os sonhos realizam-se se o coração assim o quer. No verão criam-se memórias. Não queres um verão memorável? Eu, definitivamente, quero. E assim o teremos. Para de sonhar, começa a viver. Um raio de sol de cada vez.

– Elizabete Reis ❤

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