Textos soltos #8 (Nunca tive sozinha – poema)

Nunca tive sozinha

Nem mal acompanhada, contigo a meu lado

Mas sinto um gelo

E parece que a partir de hoje, para sempre foste

Disse-te adeus

Com o meu lenço branco de cetim abando

À beira da janela

Janela de mágoa, dor e remorsos passados

Voltarás?

Talvez, Mas nem uma carta tua recebi

É hoje?

O sol perde para a chuva, tal como o meu coração

Agora conformei-me

Estou melhor que contigo e com tuas piadas asquerosas

Sou uma borboleta

Vivo o dia de hoje, e o teu amanhã, amanhã será

Com ti ou sem ti

– Elizabete Reis, fazendo uma pausa do estudo

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